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	<title>serie artificial de palabras</title>
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	<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 21:53:20 +0000</pubDate>
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		<title>ES - Ateliers</title>
				
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 21:53:20 +0000</pubDate>

		<dc:creator>serie artificial de palabras</dc:creator>
		
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&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; ptA t e l i e r s
	Ateliers se desprende del proyecto en curso [notas para una semántica vegetal] (2022) y establece interconexiones entre mi proceso creativo y los elementos del entorno natural presentes en los espacios de trabajo de artistas-pesquisadores que mantienen una relación estrecha con la naturaleza, promoviendo un diálogo interdisciplinario.

	Escribir "sobre", "a partir de" y "con" los materiales encontrados —como ramas, semillas, hojas, piedras, conchas, etc., que considero "herramientas de escritura"— me permite no solo crear una escritura simbólica, sino también reflexionar sobre cómo estas formas pueden repercutir en contextos más amplios, involucrando características morfológicas, nuestras propias posibilidades perceptivas y toda nuestra compleja y ambigua relación con la naturaleza.
	Aquí podrás acceder al proyecto, iniciado en agosto de 2025, y seguir los pasos que dan lugar a un archivo físico y digital que engloba todos los registros y trabajos realizados in situ, así como las conversaciones e intercambios con cada artista-investigador.
 explorar o arquivo
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		<excerpt>&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;...</excerpt>

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		<title>+</title>
				
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 15:40:43 +0000</pubDate>

		<dc:creator>serie artificial de palabras</dc:creator>
		
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	.

					
				
			
		
	

	[ série artificial de palabras ] é uma expressão mencionada pela escritora e crítica estadounidense Lucy Lippard ao pensar sobre um trabalho que acabou nunca realizando
“[...] Había pensado en hacer una ‘serie artificial de palabras’ a partir del libro que estoy escribiendo o simplemente escoger una página al azar del primer borrador manuscrito (ilegible) del libro. Pero ahora creo que le voy a dar algún tipo de declaración en este sentido: [...]” (LIPPARD, 2004, p. 270).



LIPPARD, Lucy. Seis años: la desmaterialización del objeto artístico de 1966 a 1972. Ediciones Akal, 2004.
	
	

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		<excerpt>.  					 				 			 		 	  	[ série artificial de palabras ] é uma expressão mencionada pela escritora e crítica estadounidense Lucy Lippard ao pensar sobre um...</excerpt>

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		<title>Bosque</title>
				
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 14:37:52 +0000</pubDate>

		<dc:creator>serie artificial de palabras</dc:creator>
		
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		<description>
PeumoLitreQuillayBoldoCaneloRobleCoihueRaulíHualoArrayánMaiténMaqui
	Avellano
	Ciprés
	Lenga
	Ñirre
	Tepú
	Lingue

	Coicillo
	Matico
	Tepa
	Luma
	Pehuén
	Aromo

	Palo negro
	Olivillo
	Ruil
	Tineo
	Patagua
	Nalca
CalafateChilcoTepualia







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		<excerpt> PeumoLitreQuillayBoldoCaneloRobleCoihueRaulíHualoArrayánMaiténMaqui 	Avellano 	Ciprés 	Lenga 	Ñirre 	Tepú 	Lingue  	Coicillo 	Matico 	Tepa 	Luma 	Pehuén...</excerpt>

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		<title>Floresta</title>
				
		<link>http://serieartificialdepalabras.com/Floresta</link>

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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 14:31:29 +0000</pubDate>

		<dc:creator>serie artificial de palabras</dc:creator>
		
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		<description>

Pau-brasil

Jequitibá-rosa

Jequitibá-branco

Pau-ferro

Pau-marfim

Peroba-rosa

Peroba-amarela

Ipê-amarelo

Ipê-roxo

Ipê-branco

Ipê-verde

Jacarandá-da-bahia

Jacarandá-mimoso

Jacarandá-paulista

Canela-preta

Canela-sassafrás

Canela-amarela

Canela-fogo

Cedro-rosa

Cedro-amargo

Cedro-do-brejo

Figueira-brava

Figueira-mata-pau

Figueira-da-pedra

Oitizeiro

Aroeira

Aroeira-vermelha

Aroeira-brava

Angico

Angico-branco

Angico-vermelho

Guapuruvu

Guarucaia

Guatambu

Guatambu-branco

Guatambu-amarelo

Cambuci

Cambucá

Pitangueira

Jabuticabeira

Jabuticaba-sabará

Jabuticaba-açu

Uvaia

Grumixama

Cabeludinha

Araticum

Sapucaia

Ingá

Ingá-mirim

Ingá-de-metro

Ingá-banana

Ingá-feijão

Jatobá

Mutamba

Embaúba

Capororoca

Guanandi

Guabiroba

Licurana

Massaranduba

Muiracatiara

Murici

Quaruba

Quixabeira

Tapirira

Tibouchina (quaresmeira)

Urucum

Vinhático

Sangra-d’água

Pindaíba

Camboatá

Canafístula

Canjerana

Caviúna

Goiabeira-serrana

Mangabeira

Abiu

Breu-branco

Monjoleiro

Pau-terra

Araribá

Carapanaúba

Jacareúba

Andiroba

Copaíba

Açaizeiro

Buritizeiro

Tucumã

Ucuúba

Piquiá

Cumaru

Cumaru-ferro

Cumaru-de-cheiro

Mogno

Pau-rosa

Pau-de-balsa

Pau-rainha

Pau-jacaré

Pau-amarelo

Louro-preto

Louro-rosa

Louro-amarelo

Louro-abacate

Louro-canela

Louro-pardo

Maçarandubinha

Muirapiranga

Samaúma

Samaumeira-vermelha

Samaumeira-branca

Sumaúma

Uxi-liso

Uxi-amarelo

Taperebá

Cupuaçu

Cacauí

Cacau-do-mato

Paricá

Paricarana

Guaraná

Jenipapo

Castanheira-do-pará

Seringueira

Carandá

Gonçalo-alves

Pequi

Cumbaru

Guavira

Cambará

Lixeira

Bocaiúva

Xixá

Tarumã

Curupixá

Tamboril

Pau-pombo

Pau-de-leite

Pau-de-lacre

Pau-de-tinta

Pau-de-flecha

Pau-de-viola

Jacarandá-caviúna

Jacarandá-mimoso

Jacarandá-paulista

Sapucaia-do-brejo

Louro-branco

Mangabeira-brava

Mangabeira-do-campo

Ameixeira-do-mato

Pessegueiro-do-campoJabuticaba-de-cabinho

Pitanga-roxa

Pitanga-branca

Pitanga-do-campo

Uvaia-do-campo

Uvaia-brava

Cabeludinha-do-campo

Guapevinha

Guapevinha-do-campo

Murumixaba-branca

Murumixaba-preta

Murumuru

Murumuru-do-campo

Monjoleiro-preto

Monjoleiro-branco

Ximbuva

Ximbuva-brava

Ximbuva-do-campo

Bacupari

Bacuparizinho

Bacupari-preto

Bacupari-branco

Bacupari-do-campo

Tarumã-do-campo

Tarumã-vermelho

Ipê-tabaco

Ipê-pardo

Ipê-cascudo

Caviúna-preta

Caviúna-branca

Caviúna-do-campo

Pau-de-tucano

Pau-de-jangada

Pau-de-cangalha

Pau-de-flecha

Pau-formiga

Pau-ferro-do-campo

Pau-santo-do-campo

Pau-de-colher

Pau-de-óleo-do-campo

Pau-de-espeto

Pau-de-arco

Pau-de-arara

Pau-de-ema

Pau-de-macaco

Pau-de-bugre

Pau-de-sabão

Pau-de-leite-do-campo

Pau-pombo-do-campo

Sumaúma-vermelha

Sumaúma-branca

Louro-rosa-do-campo

Louro-canela-do-campo

Louro-preto-do-campo

Louro-amarelo-do-campo

Louro-branco-do-campo

Louro-pardo-do-campo

Mangaba-do-cerrado

Mangabeira-brava-do-campo

Mangabeira-vermelha-do-campo

Ameixeira-brava-do-campo

Ameixeira-preta-do-campo

Pessegueiro-bravo-do-campo

Pessegueiro-preto-do-campo

Guavira-brava-do-campo

Guabiroba-vermelha-do-campo

Guabiroba-branca-do-campo

Canafístula-do-cerrado

Canjerana-branca-do-campo

Canjerana-preta-do-campo

Bacupari-bravo

Breu-vermelho-do-campo

Breu-preto-do-campo

Breu-branco-do-campo

Breu-sucuruba-do-campo

Breu-de-cheiro-do-campo

Araticum-de-anta

Araticum-cagão-do-campo

Araticum-bravo-do-campo

Mamica-de-cadela-do-campo

Mamica-de-porca-do-campo

Peroba-do-campo-vermelha

Peroba-do-campo-branca

Peroba-do-campo-rosa

Curupira-do-campo

Curupixá-do-campo

Curuvira-do-campo

Tamboril-do-campo

Jacarandá-do-cerrado

Jacarandá-caviúna-do-campo

Jacarandá-mimoso-do-campo

Jacarandá-paulista-do-campo

Sapucaia-do-cerrado

Sapucaia-branca-do-campo

Sapucaia-preta-do-campo

Araribá-do-campo

Carapanaúba-do-campo

Jacareúba-do-campo

Andiroba-do-campo

Copaíba-do-campo



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		<excerpt>  Pau-brasil  Jequitibá-rosa  Jequitibá-branco  Pau-ferro  Pau-marfim  Peroba-rosa  Peroba-amarela  Ipê-amarelo  Ipê-roxo  Ipê-branco  Ipê-verde ...</excerpt>

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		<title>Reflexões sobre o amor</title>
				
		<link>http://serieartificialdepalabras.com/Reflexoes-sobre-o-amor</link>

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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 00:10:58 +0000</pubDate>

		<dc:creator>serie artificial de palabras</dc:creator>
		
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		<description>

	










trajetos seguidos por suas contínuas mudanças estruturais, seguem trajetos contingentes com suas interações recorrentes, e suas ontogenias se tornam coontogenias ou derivas estruturais. 




	


	
	











fenômenos de coexistencia, de vida conjunta em um domínio de coordenações de comportamentos nos quais a vida dos participantes está envolvida como tal.





	











recorrência de interações que resultam num viver juntos em uma deriva estrutural coontogênica




	


	
	











[interação recorrente sob restrições circunstanciais (pressões externas) sem planejamento intencional visando a obter alguma coisa]





	










fenômenos de coexistência que ocorrem quando os sistemas vivos interagem espontaneamente de forma recorrente uns com os outros no fluir de seu viver




	


	
	











expressão de sua congruência estrutural em suas circunstâncias: dois ou mais sistemas vivos começam a interagir recorrentemente uns com os outros porque eles espontaneamente se encaixam nas dimensões dos dominios nos quais suas interações ocorrem






	











condição de encaixe dinâmico espontâneo e recíproco




	

	
	











interações recorrentes com conservação da organização individual da adaptação recíproca ao longo da ontogenia dos sistemas vivos 





	











condição dinâmica espontânea de aceitação, por um sistema vivo, de sua coexistência com outro (ou outros) sistema(s) vivo(s)




	

	
	











expressão de uma congruência estrutural espontânea que constitui um começo que pode ser expandido ou restringido, ou pode mesmo desaparecer na deriva estrutural coontogênica que começa a acontecer quando ele acontece.





	











fundamento do fenômeno social e não uma consequência dele




	

	
	











abertura de um espaço de existência para um outro em coexistência conosco, em um dominio particular de interações





	











expressão de uma congruência biológica espontânea, e não tem justificação raciona




	

	
	











é sempre à primeira vista, mesmo quando ele aparece após circunstâncias de restrições existenciais que forçam interações recorrentes; e isso é assim porque ele ocorre somente quando há um encontro em congruência estrutural, e não antes





	











fonte da socialização humana, e não o resultado dela




	

	
	dimensões peculiares de coexistência

	negociação do outro, fechando seu domínio de existência no domínio da competição
	

	
	fenômeno biológico que nos permite escapar da alienação antisocial criada por nós através de nossas racionalizações

	











anseio biológico que nos faz aceitar a presença do outro ao nosso lado sem razão




	

	
	











inimigo da tirania e do abuso, porque abre um espaço para a cooperação






	











inimigo da apropriação




	





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		<excerpt>  	           trajetos seguidos por suas contínuas mudanças estruturais, seguem trajetos contingentes com suas interações recorrentes, e suas ontogenias se...</excerpt>

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		<title>ante el espejo de la muerte...</title>
				
		<link>http://serieartificialdepalabras.com/ante-el-espejo-de-la-muerte</link>

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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 23:58:29 +0000</pubDate>

		<dc:creator>serie artificial de palabras</dc:creator>
		
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	... de la muerte
	ya no éramos los mismo

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		<excerpt>... de la muerte 	ya no éramos los mismo</excerpt>

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	</item>
		
		
	<item>
		<title>Profundo</title>
				
		<link>http://serieartificialdepalabras.com/Profundo</link>

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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 18:43:20 +0000</pubDate>

		<dc:creator>serie artificial de palabras</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[]]></category>

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		<description>
	
[ P R O F U N D O ]Pedrinhas arredondadasSeixos pequenosGrãos de areia finaPedras planasPedras rugosasRochas quebradiçasPedras soltas em trilhasPedras escorregadiasFragmentos de pedraRochas com veiosPedras com musgoSeixos achatadosFragmentos de quartzitoPedras com veios coloridosPedras roladas pela águaAreia fina transportada pelo ventoPedrinhas sobre barro secoPequenos afloramentos rochososPedrinhas com pequenas fissuras internasGrãos de areia coloridos por óxidosFragmentos de rocha metamórfica pequenaPedras arredondadas por erosão do ventoSeixos com pequenas marcas de água correnteAreia misturada com pequenas partículas de conchasRochas pequenas com bordas irregularesPedrinhas com manchas minerais coloridasFragmentos de rocha metamórfica pequenaPedras arredondadas por erosão do ventoSeixos com pequenas marcas de água correnteAreia misturada com pequenas partículas de conchasRochas pequenas com bordas irregularesPedrinhas com manchas minerais coloridasFragmentos de arenito finoPedras cobertas de líquen discretoPequenas pedras com superfícies brilhantesSeixos arredondados por água correntePedrinhas com veios finos de quartzoFragmentos de rochas vulcânicasAreia misturada com pólenPedras com pequenas depressões naturaisPedrinhas com diferentes tonalidadesPequenos cristais naturaisPedras com formato curiosoPedras com marcas de erosãoFragmentos de rochas sedimentaresMicroseixos quase invisíveisPedrinhas com veios metálicosAreia compactada em pequenos torrõesPedras com marcas de raízes antigasPedrinhas arredondadas irregularmenteAreia misturada com partículas orgânicasPedras soltas em margens de trilhasGrãos de areia com cristais brilhantesPedras com veios cristalinosFragmentos de rocha vulcânicaPedras pequenas com fissuras internasGrãos de areia arredondados pelo ventoFragmentos de rocha metamórfica finosPedras com marcas de erosão da águaSeixos cobertos por limo finoPedras com pequenos sulcos naturaisPequenas pedras com veios cristalinosPedras com pequenas marcas de erosão da águaFragmentos de rochas sedimentares com microfósseisPedras com superfícies brilhantes naturalmenteSeixos arredondados por corrente de rioPedras com veios minerais finosFragmentos de rochas vulcânicas pequenasAreia misturada com pólen e pequenas partículas orgânicasPedras com depressões causadas por águaRochas pequenas desgastadas pelo vento e chuvaPedrinhas de tons variadosPedras com veios metálicos naturaisPedras com manchas avermelhadasFragmentos de pedra arenosaAreia misturada a pequenos fósseisPedras com superfície polida naturalmentePequenos grãos de mica em pedrasRochas pequenas com cavidadesPedras cobertas por líquens minúsculosFragmentos de carvão vegetal naturalPequenos fragmentos de xistoGrãos de areia com brilho metálicoPedras desgastadas pelo ventoRochas com pequenas fissuras naturaisPedras com manchas de minerais diferentesFragmentos de calcário erosionadoPequenos seixos cobertos de musgoAreia misturada com pequenas partículas de carvãoPedras com marcas de pequenas raízesPedrinhas arredondadas por água correntePedras com minerais avermelhadosPedras com superfície lisa polida naturalmentePequenos fragmentos de carvão vegetalFragmentos de rochas metamórficas pequenasPedrinhas com formato arredondado irregularAreia misturada com pequenas partículas orgânicasRochas quebradiças naturalmentePedrinhas com manchas naturaisPequenos cristais de sal em rochas costeirasPequenas ondas em poçasGotas de orvalho na areiaÁgua cristalina de nascenteCamadas finas de gelo em poçasBolhas de ar na água estagnadaReflexos na superfície da água

	

</description>
		
		<excerpt> [ P R O F U N D O ]Pedrinhas arredondadasSeixos pequenosGrãos de areia finaPedras planasPedras rugosasRochas quebradiçasPedras soltas em trilhasPedras...</excerpt>

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		<title>Fábula</title>
				
		<link>http://serieartificialdepalabras.com/Fabula</link>

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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 13:37:06 +0000</pubDate>

		<dc:creator>serie artificial de palabras</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[]]></category>

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		<description>
	Uma das lendas mais interessantes dos índios Pa'nu'ra, que vivem no Rio Rojo, é a que fala da criação das palavras. Quando Waa'ku-ni criou a terra, ela arranhou dez sulcos nela com os dedos e semeou os dez sons das palavras. Quando a primavera chegou, cada sulco floresceu com flores pretas e flores brancas; e Waa'ku-ni as chamava de Ta-wa-te. Mas entre um sulco e o próximo Waa'ku-ni viu que havia pequenos galhos nus, sem flores ou folhas. Ela sabia que não as havia semeado e compreendeu imediatamente que eram os sons do silêncio.  Ela enviou sua filha Wo'ke para a terra e lhe disse: "Vá e cultive o Ta wa-te." Então Wo'ke regou as flores com a chuva de seu suor, e o Ta-wa-te cresceu alto e forte e deu muitos botões. Mas as plantas entre um sulco e outro também cresciam, e um dia, com medo de que se espalhasem pelos sulcos, Wo'ke decidiu arrancá-las. Mas cada vez que ela arrancava um galho, uma das Ta-wa-te perdia a cor. "O que devo fazer?" perguntou à mãe. "Deixe-os", respondeu Waa'ku-ni, "pois toda flor de som deve morar ao lado de um som do silêncio.” Quando as flores eram tão altas quanto um homem, Waa'ku-ni disse a Wo'ke: "Agora faça tantos pacotes de Ta-wa-te quantos homens e mulheres existem na terra, e dê um pacote para cada um deles, e diga-lhes para fazer palavras. Então faça o mesmo número de pacotes dos sons do silêncio, e dê-os a homens e mulheres, e diga-lhes que façam silêcio." E isso Wo'ke fez, e homens e mulheres foram capazes de fazer palavras e 
escrever o som do silêncio.
	Una de las leyendas más interesantes de los indígenas Pa'nu'ra, que habitan el Río Rojo, es la que habla de la creación de las palabras. Cuando Waa'ku-ni creó la tierra, hizo en ella diez ranuras con sus dedos y sembró los diez sonidos de las palabras. Cuando llegó la primavera, cada surco floreció con flores negras y flores blancas; y Waa'ku-ni los llamó Ta-wa-te. Pero entre un surco y el siguiente Waa'ku-ni vio que habían pequeñas ramas desnudas, sin flores ni hojas. Ella supo que no las había sembrado y comprendió inmediatamente que eran los sonidos del silencio. Ella envió a su hija Wo'ke a la tierra y le dijo: "Ve y cultiva Ta-wa-te". Entonces Wo'ke regó las flores con la lluvia de su sudor, y el Ta-wa-te creció alto y fuerte y dio muchos brotes. Pero las plantas entre un surco y otro también crecieron, y un día, temerosa de que se extendieran por los surcos, Wo'ke decidió arrancarlas. Pero cada vez que arrancaba una ramita, uno de los Ta-wa-te perdía su color. "¿Qué tengo que hacer?" -le preguntó a su madre. —Déjalos— respondió Waa’ku-ni—, pues cada flor de sonido debe vivir junto a un sonido del silencio. Cuando las flores alcanzaron la altura de un hombre, Waa'ku-ni le dijo a Wo'ke: "Ahora haz tantos manojos de Ta-wa-te como hombres y mujeres haya en la tierra, y dales un manojo a cada uno de ellos, y diles que formen palabras. Luego haz la misma cantidad de manojos de los sonidos del silencio, y dáselos a los hombres y mujeres, y diles que hagan silencio". Y Wo'ke lo hizo, y los hombres y las mujeres pudieron crear 
palabras y escribir el sonido del silencio.




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		<excerpt> 	Uma das lendas mais interessantes dos índios Pa'nu'ra, que vivem no Rio Rojo, é a que fala da criação das palavras. Quando Waa'ku-ni criou a terra, ela...</excerpt>

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		<title>jardim</title>
				
		<link>http://serieartificialdepalabras.com/jardim</link>

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		<pubDate>Sun, 24 Aug 2025 15:02:50 +0000</pubDate>

		<dc:creator>serie artificial de palabras</dc:creator>
		
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

	rosa
	
	girassol
	
	margarida
	
	cravo

	
	tulipa
	
	lírio
	
	violeta
	

	cravo
	
	orquídea
	
	jasmim
	
	camélia

	
	dália
	
	gardênia
	
	hibisco
	

	flor-de-lis
	
	açucena
	
	peônia
	
	ranúnculo

	
	begônia
	
	boca-de-leão
	
	crisantemo
	

	íris
	
	lavanda
	
	narciso
	
	petúnia

	
	amaryllis
	
	camomila
	
	clematis
	

	gerânio
	
	heliotrópio
	
	malva
	
	alelí

	
	anêmona
	
	lótus ornamental
	
	calêndula
	

	flor-de-maio
	
	verbena
	
	bégonia tuberosa
	
	azaléia

	
	forsítia
	
	jacinto
	
	flor-de-cera
	

	eustoma
	
	gazânia
	
	magnólia
	
	passiflora cultivada

	
	sinningia
	
	fuchsia
	
	petúnia pendente
	

	lobélia
	
	copo-de-leite
	
	heliântemo
	
	zínia

	
	calendula officinalis
	
	aquilégia
	
	asclépio
	

	flor-de-papoula ornamental
	
	amarante
	
	campânula cultivada
	
	dama-da-noite

	
	genciana
	
	flor-de-seda ornamental
	
	flor-de-bisnaga
	

	estrelícia cultivada
	
	mimosa pudica
	
	balsamina
	
	trombeta-de-anjo

	
	ipoméia
	
	lantana
	
	lobularia
	

	nemésia
	
	osteospermum
	
	pelargonium
	
	ranúnculo asiático

	
	scabiosa
	
	viola tricolor
	
	amor-perfeito
	
amapola
	
	campânula silvestre
	
	papoula-do-campo
	
	margarida-do-campo

	
	flor-de-maracujá silvestre
	
	lírio-do-vale
	
	estrelícia-do-campo
	

	flor-de-trapo
	
	jacinto-do-campo
	
	camomila silvestre
	
	centáurea

	
	cardo
	
	flor-de-pedra
	
	dente-de-leão
	

	flor-de-linheiro
	
	flor-do-prado
	
	alegria-do-campo
	
	flor-do-sol silvestre

	
	flor-de-seda silvestre
	
	anêmona-do-campo
	
	amor-agarradinho
	

	flor-de-borracha silvestre
	
	flor-de-ouro silvestre
	
	botão-de-ouro
	
	cravina

	
	flor-de-telha
	
	flor-de-papoula-do-campo
	
	flor-de-macaco
	

	flor-de-lavanda silvestre
	
	flor-de-alfinete
	
	flor-de-sapato silvestre
	
	flor-de-cordeiro

	
	flor-de-fantasma
	
	flor-de-pedra-do-deserto
	
	flor-de-estrelas
	

	flor-de-prímula
	
	flor-de-viúva
	
	flor-de-papoila
	
	flor-de-chicote

	
	flor-de-espinho
	
	flor-de-ouro-negro
	
	flor-de-bico
	


	flor-de-avelã
	
	flor-de-papagaio silvestre
	
	flor-de-borboleta
	
	flor-de-fogo

	
	flor-de-lua
	
	flor-de-prata
	
	flor-de-neve
	

	flor-de-sol do campo
	
	campânula persicifolia
	
	digitalis (dedaleira)
	
	epilóbio

	
	geum
	
	helleborus
	
	leucanthemum vulgare
	

	liatris
	
	linaria
	
	mimulus
	
	papaver rhoeas

	
	potentilla
	
	primula veris
	
	scilla
	

	silene
	
	thalictrum
	
	trifolium pratense
	
	trollius

	
	verbascum
	
	viola odorata
	
	aquilegia vulgaris
	

	ranunculus acris
	
	caltha palustris
	
	anemone nemorosa
	
	corydalis





	
	campanula rotundifolia
	
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		<excerpt>  	rosa 	 	girassol 	 	margarida 	 	cravo  	 	tulipa 	 	lírio 	 	violeta 	  	cravo 	 	orquídea 	 	jasmim 	 	camélia  	 	dália 	 	gardênia 	 	hibisco 	 ...</excerpt>

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		<title>Atelier </title>
				
		<link>http://serieartificialdepalabras.com/Atelier</link>

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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 16:50:43 +0000</pubDate>

		<dc:creator>serie artificial de palabras</dc:creator>
		
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
es
A t e l i ê s


	ateliês decorre do projeto em andamento [notas para uma semântica vegetal] (2022) e estabelece interconexões entre meu processo criativo e os elementos do ambiente natural presentes nos espaços de trabalho de artistas-pesquisadores que mantêm uma relação estreita com a natureza, promovendo um diálogo interdisciplinar.
	Escrever "sobre", "a partir" e "com" os materiais encontrados — como galhos, sementes, folhas, pedras, conchas etc., que considero "ferramentas de escrita" — me permite não apenas criar uma escrita simbólica, mas também refletir sobre como essas formas podem repercutir em contextos mais amplos, envolvendo características morfológicas, nossas próprias possibilidades perceptivas e toda a nossa complexa e ambígua relação com a natureza.






	Aqui você pode acessar o projeto, iniciado em agosto de 2025, e acompanhar as etapas que dão origem a um arquivo físico e digital que abrange todos os registros e trabalhos realizados in situ, bem como as conversas e trocas com cada artista-pesquisador.
 explorar o arquivo




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